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02/10 - 11:19hs

Irmãos gêmeos

Pode até ser legal ter um membro da família que é a sua cara, mas isso também pode ser sinônimo de confusão!

Bruno B. Soraggi

Quem tem algum irmão gêmeo idêntico com certeza já deve ter escutado perguntas como ‘vocês sentem o que o outro está sentindo?’ ou ‘nossa, vocês são gêmeos?’. Caso elas não tenham partido de algum estudioso das propriedades ‘psico-tele-sinéticas’ ou de um cego, geralmente causam certa irritação em que as ouve. Por outro lado, quem possui um familiar de mesma fisionomia tem a possibilidade de se envolver em situações dignas de filmes de comédia pastelão hollywoodianos. Sim, pois a ideia de duas (ou três, ou quatro...) pessoas iguais convivendo juntas, por si só, já soa engraçada. Mas, enquanto as técnicas de clonagem não se aperfeiçoam, a única maneira de isso acontecer é contando com seu irmão idêntico.

Antecipando-se aos produtores norte-americanos, fomos atrás de algumas dessas histórias engraçadas envolvendo gêmeos idênticos. Leia abaixo as mais memoráveis:

Márcio Carvalho, 19 anos
“Na escola, eu odiava ter que estudar Inglês. Sempre fui mal, por preguiça mesmo. Mas na época eu achava que a professora não gostava de mim. No final do ano, eu precisava tirar acho que 7 na prova para conseguir passar sem ficar de recuperação. No lugar de estudar, que seria mais sensato – porque, afinal, Inglês não é tão difícil -, eu e meu irmão combinamos de, no dia da minha prova, trocarmos os papéis. Ele estudava em outra sala do mesmo colégio, mas naquele dia ele seria o Márcio e eu o Júlio. Ele faria a prova para mim, responderia a chamada e tudo, mas só naquela aula. Depois voltaríamos a ser nós mesmos de novo. Claro que os dois estavam mais empolgados com a vontade de sacanear no colégio do que se ajudar. Só que nós esquecemos de um detalhe: na minha sala, na qual meu irmão faria a prova por mim, também tinha um aluno chamado Júlio. Ai, na hora da chamada, quando a professora chamou o nome Júlio, meu irmão respondeu ‘presente’. Como o colégio era pequeno e todos conheciam os gêmeos, a professora começou desconfiou e começou a interrogar meu irmão, que acabou contando a verdade. Fomos parar na diretoria (risos). Mas tudo bem: passei na prova de recuperação depois. Acabou que só tomamos umas broncas mesmo”.

João Guilherme, 18
“As melhores histórias que eu tenho com meu irmão gêmeo com certeza são as que envolvem baladas. Vivíamos trocando os papéis e ficando com as meninas que o outro tinha ficado. Elas nunca percebiam. Assim dobrávamos o placar (risos). Mas a melhor de todas é meio nojenta de se contar. Foi uma vez que saímos à noite com alguns amigos que não acreditavam que a gente fazia isso mesmo. Não acreditavam que nós ficávamos com a menina que o outro estava ficando. Aí nós nos sentimos desafiados, sabe? Acho que foi uma das noites que a gente mais pegou mulher. Cada um ficou com umas oito, só para poder botar inveja nos amigos. A noite teria sido sensacional, se não fosse um detalhe: uns dois dias depois, acho, nossa boca começou a ficar com umas feridas. A gente tinha pegado herpes (risos). Sei lá quem passou pra qual e qual passou pra quem, mas foi nojento. Depois disso, diminuímos essa brincadeira”.

Cássio Mateus Pereira, 20
“Acho muito engraçado uma vez que eu estava doente e tinha que tomar uns remédios. Acho que eram três pílulas por dia. Aí numa dessas minha mãe já tinha me dado as duas, e eu percebi que já tinha passado da hora da terceira, mas ela não tinha falado nada. Fui lá perguntar se eu não precisava mais, ela falou: ‘eu já te dei, Cássio’. Eu falei: ‘não, mãe. Não deu’. Nisso ela percebeu que tinha dado para o meu irmão, o Victor, que tinha ficado não tinha falado nada, porque queria provar o gosto do remédio (risos). Minha mãe nem conseguiu ficar brava, só deu risada”.

Marcelo Faria, 19
“Acho que a única ‘sujeira’ mesmo que eu fiz usando meu irmão gêmeo foi uma vez que eu não queria mais namorar uma menina com quem estava por quase três meses, e mandei ele dar um basta no relacionamento. Dei a permissão pra ele falar o que ele quisesse, sem ofender a menina, que era muito legal, apesar de eu não querer mais ficar com ela. Eu liguei pra ela, marquei uma saída só que ele foi no meu lugar. Foram ao cinema e tudo, sem ela perceber. Quando ele voltou, disse o que tinha usado como desculpa para ela: disse que eu (no caso ele inventando a história) eu ainda era virgem e que estava querendo que minha primeira vez fazendo sexo fosse com uma pessoa especial, o que infelizmente não era o caso dela. Eu fiquei muito bravo quando ele me contou que tinha falado tudo aquilo, mas agora dou risada. Nunca mais ia ver a garota mesmo”.

E você, também tem um irmão gêmeo e uma boa história para contar? Deixe um comentário!

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