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27/08 - 09:00hs

Em nome de Deus
Descubra como é a vida de um jovem religioso

Da Redação do Jovem

Ele lê a Bíblia todos os dias e freqüenta a missa três vezes por semana. O que isso muda na vida de Lucas Mendes, de 22 anos? Descubra a seguir!

Católico desde a infância, Lucas segue a educação dada por seus pais, freqüentadores assíduos de uma paróquia na Zona Norte, região em que mora em São Paulo, onde foi batizado, fez sua primeira comunhão, crisma e é a Igreja em que pretende se casar.

Todos os dias, o estudante de Letras, apaixonado por literatura, lê a Bíblia. “Para mim, além de ser o livro mais importante, é uma excelente leitura. Estou lendo aos pouco para absorver bem as passagens. Gosto, também, de ler várias vezes a mesma parte e tenho as minhas favoritas”, diz. 

Família e amigos
Apesar de a religião ter sido “imposta” pela família, Lucas nunca se sentiu forçado a seguir os passos dos pais. “Eu sempre gostei de ir à Igreja. Me faz bem. Me ajuda a refletir e me dá forças para viver o meu dia-a-dia. Meus pais sempre me deixaram muito à vontade para escolher o que eu queria. Eu decidi, por conta própria, seguir a religião Católica.” A liberdade dada pelos parentes permitiu que o garoto conhecesse outras religiões. “Já fui a cultos evangélicos, mas não me identifiquei”, diz. Esteve, também, em centros espíritas. “Entrei nessa mais por curiosidade.” Mas foi mesmo na religião ensinada pelos pais que Lucas permaneceu. O bom do “desvio de percurso” é que tanta vontade de conhecer as coisas fez dele um religioso sem bitolações e sem preconceitos, principalmente em relação às escolhas de outras pessoas. “Tenho até amigos que se dizem ateus. Respeito a opinião deles. Não fico tentando levar ninguém para o mesmo caminho que o meu. Seguir uma religião é escolha individual e intransferível e ninguém é melhor do que ninguém só porque vai à determinada Igreja. O que vale nessa vida é o caráter de cada um”, dispara.  

Vida agitada
Por conta dessa flexibilidade, Lucas não se priva dos prazeres da vida. “A religião não me impede de fazer o que gosto, como ir a baladas e barzinhos. Adoro dançar e tomar vinho ou cerveja, mas com moderação, claro”, revela. E o que o faz mesmo romper as regras com as doutrinas do catolicismo é o fato de usar camisinha. “Sim, pregam que não se deve usar, mas nos tempo de hoje fica difícil seguir essa prática, não?”, revela o garoto, que namora, há um ano, uma freqüentadora do grupo de jovens de que faz parte, com quem pretende se casar em breve. “Aí, sim, deixo a camisinha de lado. Na hora certa, quero ter um filho”, revela. 

Para ele, a fé está nas atitudes, no entusiasmo para seguir a vida e na capacidade de se relacionar com as pessoas. “É uma questão de absorver os ensinamentos de Deus e aplicá-los no dia-a-dia. A base de tudo isso, na verdade, é crer na força do bem e fazer o bem a quem está por perto. O resto é protocolar”, finaliza. Concordamos!

E você, também tem uma religião? Deixe um comentário! 

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