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| Bela capa do L'Equipe de segunda, comentando o protagonismo de dois franceses em duas despedidas. Na Espanha, o adeus de Zidane com lágrimas no Bernabeu. Em Londres, Henry deu adeus ao Estádio Highbury (é o estádio e não o jogador que se vai - por enquanto) com 3 gols na goleada do Arsenal. Olho nestes dois franceses na Copa. A França tem um grupo fácil e pode chega inteira na segunda fase. A última Copa na Europa foi deles... |
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PODCASTING 
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Mais números1994 - Barcelona de Romário perde a final da Champions para o Milan. Cerca de 45 dias depois, Romário comanda o tetra brasileiro nos Estados Unidos.
2002 - Barcelona de Rivaldo perde a semifinal da Champions para o rival Real Madrid. Cerca de 60 dias depois, Rivaldo comanda o penta brasileiro no Japão.
2006 - Ronaldinho, o negócio é o seguinte, se for pra quebrar o tabu do Barça com ídolos brasileiros em ano de Copa do Mundo na Champions League, que pelo menos mantenha o tabu brasileiro e traga o título da Alemanha....
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Craque da semana Pelo conjunto da obra entre Brasileirão e Libertadores, assim também como a desgraça dos seus rivais, não tem como o craque da semana não sair do Morumbi. Mas o time do São Paulo é tão homogêneo que fica difícil escolher um entre os 11 ou 15 jogadores que disputaram as duas partidas. Para não ser injusto, vou dar o BomdeBolaFC ao Muricy, treinador que está sabendo fazer o mesmo time seguir jogando bem depois de tantas mudanças de treinador desde Cuca |
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A artilharia pesada (e que vem de trás)
Por Maurício Teixeira (mteixeira@ig.com), 09/05/2006
Senhoras e senhores. Os artilheiros do Brasil são Kaká e Ronaldinho. Não é nenhuma viagem minha ou previsão de futuro. São os números. Veja:
Champions League Ronaldinho - 7 gols Kaká - 5 gols Adriano - 5 gols Juninho - 4 gols Ronaldo - 0 gols
Campeonato Italiano Kaká - 13 gols Adriano - 13 gols
Campeonato Espanhol Ronaldinho - 17 gols Ronaldo - 14 gols
Campeonato Francês Fred - 11 gols Juninho - 8 gols
Dados na mesa, vamos trocar uma idéia sobre eles. Ronaldinho e Kaká não são os principais matadores de seus times, certo? Já Adriano e Ronaldo são os principais finalizadores de seus times (ou deveriam).
Na Seleção, espera-se a mesma coisa. Por mais que Adriano e Ronaldo sejam solidários, Parreira não vai escalar dois matadores à toa. Ou seja, terão que superar a má fase e marcar gols.
Não é perseguição, mas nesse ponto Ronaldo ganha pontos em relação a Adriano. O Fenômeno mal jogou esta temporada. Foram 23 jogos pelo Espanhol, com 14 gols marcados. E apenas dois na Champions, os dois finais contra o Arsenal. Mesmo assim, Ronaldo foi artilheiro do seu time na temporada, evidenciando ainda mais a Ronaldodependencia que assola Madrid nos últimos anos.
Adriano, ao contrário, esteve em campo mas passou muito em branco. Sobretudo nos últimos quatro meses. Depois de um começo de temporada em setembro/outrubro sensacional, o Imperador caiu muito de produção.
Já os atacantes do Milan e do Barça... Mas tem um lado bom de tudo isso. Nem tudo é desgraça nessa vida. Ainda analisando os números, percebe-se que o problema não é apenas dos dois centroavantes, está também nos assistentes de seus clubes. No Real Madrid, a má fase vem de trás e não poupou nem Zidane, nem Beckham, nem Robinho e muito menos Raul. Na Inter, Adriano também não contou com muita ajuda de quem veio de trás.
Já os atacantes que jogam a frente de Kaká e Ronaldinho, esses sim estão rindo à toa. Eto'o tem 25 gols no Campeonato espanhol e outros 5 na Champions League. No Milan, então, nem se fala. Sheva tem 19 gols no Italiano e é o artilheiro da Champions com 9. Gilardino fez 17 na Itália. E de quebra Inzaghi tem 12 na Bota e outros 4 na Liga dos Campeões.
Juninho Caso o meia do Lyon assuma a posição no time, seja como está seja desfazendo o quarteto, a equipe ganha mais um artilheiro que vem de trás. Com suas faltas e chutes de fora da área, ele marcou 8 gols no Francês, apenas 3 a menos que os dois artilheiros da equipe (Wiltord e Fred). Ele também é o artilheiro do Lyon na Champions com 4 gols.
Ou seja... Pelo menos duas conclusões óbvias podemos tirar destes números:
1 - A primeira é que Ronaldo e Adriano (juntos ou separados) merecem uma chance de entrar em campo com assistentes tão superiores aos seus como são Ronaldinho, Kaká e Juninho.
2 - A segunda é que não é o quarteto que vai fazer um time ser ou não ofensivo. Não é número de atacantes num time que define quantos gols este time vai fazer. Ter Juninho, Kaká e Ronaldinho mais soltos em campo, pode ser sinal de gols da mesma forma.
Outra? A terceira conclusão é sua. Deixe seu comentário abaixo
Maurício Teixeira escreve semanalmente a coluna BomdeBolaFC, sempre às terças-feiras. Edição 71 - ano II. Conheça também o Blogdebola.com
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