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| Tem gente que vai achar que deveria ser o Kaká. Mas pense comigo, no conjunto dos quatro jogos, o Kaká não poderia ter dado mais? |
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Game viciantePor falar em embaixadas, conheça este maldito game de fazer embaixadas com o mouse e reserve pelo menos duas horas do seu dia. Você começa e só para quando o médico te interna com lesão por esforço repetitivo. Eu confesso que sou meio lerdo e nunca passei de 70 embaixadas, mas já vi gente que fez mais de 300. Agora, com a bola no pé de verdade eu ganho de qualquer um. Até com bolinha de tênis. Clique aqui para jogar |
Melhor em campo Seria uma grande falta de coerência não escilher o Zé Roberto como o jogador mais valioso da semana. É dele o prêmio BomdeBolaFC da edição 28 desta coluna |
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Funcionário do mês de junho: Zé Roberto
Por Maurício Teixeira (mteixeira@ig.com), 21/06/2005
Gott mit dir, du Land der Bayern, deutsche Erde, Vaterland! über deinen weiten Gauen ruhe seine Segenshand!
Nunca pensei que fosse dizer isto. Mas dentro dos altos e baixos que nossa seleção está vivendo no conturbado mês de junho, Zé Roberto é o operário de maior produtividade.
Ele merece o bônus por uma série de motivos, mas principalmente por não estar afetado com a empolgação que toma conta das estrelas do time. Nas partidas em que fomos muito bem (Paraguai e Grécia), ele jogou bem. Nas que fomos muito mal (Argentina e México), não dá pra dizer que foi culpa dele alguma derrota.
Talvez seja a experiência de seus 30 anos de idade. Talvez seja o medo de mais uma vez ficar de fora de uma Copa como aconteceu em 2002 (jogou apenas alguns minutos na Copa de 98). Ou ainda um pouco daquela atitude low-profile e desencanada do Rivaldo, que ainda faz falta à seleção.
O fato é que com a nova versão 'Parreira-adoro-escalar-atacantes', Zé Roberto virou um marcador. Um segundo volante que teoricamente está longe daquele 'facilitador' que costumava ser quando tinha Juninho Pernambucano ou Renato ou Kléberon no lugar de Robinho. Não é a sua. Está sacrificado, mas nem por isso desistiu ou está destoando.
E o principal. Zé Roberto é o único responsável pela 'grande fase' dos laterais-esquerdos na seleção e a consequënte 'má fase dos direitos'. Beletti foi horrível, Cafu foi péssimo e Cicinho foi ruim. Fora o Beletti, não é só culpa deles as atuações apagadas. É mérito do Zé.
Ele faz jogadas com Roberto Carlos e Gilberto (e deve fazer com o Léo), dá apoio na hora de atacar e cobertura quando eles atacam. Émerson não pode fazer isso pela direita. E Kaká, Robinho e Ronaldinho fazem quando querem, pois estão em todas as partes e não precisam guardar posição.
Com isso, os laterais-esquerdos, que de bobo não têm nada, aprenderam rápido o que fazer para se dar bem na seleção: cola no Zé Roberto que é jogo. Ele continua sendo um facilitador. Facilitador da vida dos laterais canhotos.
Ala x Lateral Uma coisa é ser ala, outra é ser lateral. No São Paulo de 3 zagueiros fixos e mais Josué e Mineiro, Cicinho pode chegar para cabecear na área. Na seleção, ou ele abre e ocupa só aquele setor como faz o Roberto Carlos ou vai ficar bem difícil para ele, embolando com os craques da frente.
Quero férias Não para mim. Para o Ronaldinho Gaúcho, caindo pelas tabelas...
Assunto picante da semana Manchete do Jornal Olé da Argentina sobre o jogo em que a Argentina ganhou apertado de 2 x 1 da Tunísia pela Copa das Confederações; "Nem sempre é tão fácil como contra o Brasil".
Melhor comentário a este respeito no BlogdeBola "Fica combinado assim: a Argentina ganha as eliminatórias e o Brasil ganha as copas." (assinado: Penta).
Mais legal Como vocês já estão cansados de saber, o mais legal desta coluna é que você pode discordar de tudo e dar sua opinião no BlogdeBola. Clique e mostre quem entende. Aliás, tem umas fotos polêmicas por lá.
Maurício Teixeira escreve semanalmente a coluna BomdeBolaFC, sempre às terças-feiras
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