É sempre assim: você entra no primeiro dia de aula e no meio de um bando de senhoras sexagenárias, surge uma musa, uma professorinha tão bem apessoada que é capaz de transformar a mais chata aula de matemática em preciosos minutos de prazer.
No mundo da ficção, essas mestras do saber foram muito bem representadas em diversos períodos da teledramaturgia. Na década de 90, o SBT exibiu a novela infantil Carrossel, cuja personagem professora Helena, interpretada pela atriz Gabriela Rivero, fazia inclusive que marmanjos agüentassem as lamúrias do eterno loser Cirilo só para conferir o sorriso da moça.
Mais recentemente, a Rede Globo exibiu a novela Mulheres Apaixonadas, onde a atriz Helena Ranaldi viveu a sensual professora Raquel, que chegou a se envolver com um de seus alunos no decorrer da trama.
Na programação internacional, os destaques ficam por conta das atrizes Jessalyn Gilsig e Sharon Leal, que interpretavam as professoras Lauren Davis e Marilyn Sudor no seriado Boston Public.
Uma delas inclusive ficou por algum tempo com um ex-aluno taradão, que tinha fixação pela mestra desde os tempos de colégio.
Para muitos, o fetiche da mulher mais velha, da professora experiente, acaba ficando mesmo na casa da imaginação. Porém, para poucos a coisa se desenrola de maneira tão absurda que fica difícil concorrer com as séries de TV.
Um dos casos mais famosos envolvendo um aluno e sua professora foi o da norte-americana Mary Kay Letourneau, que aos 34 anos se envolveu com o jovem Vili Fualaau, na época com apenas 13 anos.
Em 1997 ela engravidou do jovem e acabou sendo condenada a seis meses de prisão. Logo que saiu, a professora voltou a encontrar o ex-aluno e engravidou novamente. Recentemente foi divulgada uma notícia dizendo que ambos irão se casar.
Outro escândalo real foi o da professora americana Debra Beasley Lafave, de 23 anos, que acabou mantendo relações sexuais com um de seus alunos de apenas 14 anos. Apesar de todo o escândalo, a tal professorinha não era de se jogar fora.
Mas e no Brasil, esse tipo de coisa acontece? Provavelmente sim, mas ao contrário dos norte-americanos, acreditamos que os estudantes brasileiros não deixam esse tipo de informação vazar e comprometer assim seus momentos de... hum... aprendizado.