Criado pelo escritor londrino Ian Fleming em 1953, James Bond é um dos raros personagens nascido no pós-Segunda Guerra que sobreviveu às décadas posteriores sem perder o sentido de ser.
Mas o agente secreto britânico caiu no gosto popular em 1962, quando o ator escocês Sean Connery encarnou pela primeira vez na tela do cinema o espião, que tem como marcas registradas o smoking, a pistola Walter PPK e o dry martini “mexido, jamais batido”.
Antes de abandonar definitivamente a série o ator australiano George Lazenby foi escalado para substituir Connery, mas o fracasso de seu único filme fez com que o estúdio voltasse atrás e implorasse para que o escocês fizesse mais um longa.
Depois de seis filmes o papel passou para o inglês Roger Moore, que durante 12 anos reforçou a qualidade dos filmes da franquia. Os problemas recomeçaram quando o longa “Marcado para a Morte” trouxe na pele do agente o ator Timothy Dalton.
Depois de dois filmes mornos, o agente secreto abandonou as telas e caiu no ostracismo por um período de seis anos. A maré de azar só mudou com a contratação do irlandês Pierce Brosnan para o papel.
Brosnan recuperou o prestígio da série e transportou com sucesso a essência de Bond para o século 21. Agora, depois de emplacar quatro sucessos de bilheteria e dois jogos de videogame, o ator encerrou suas atividades e abriu possibilidades para dezenas de aspirantes a Bond.
Entre os nomes cotados pela mídia recebem destaque Clive Owen (Closer – Perto Demais), Gerard Butler (O Fantasma da Ópera), Daniel Craig (Estrada para Perdição), Julian McMahon (Quarteto Fantástico), Dougray Scott (Missão Impossível 2), Hugh Jackman (X-Men 2), Ioan Gruffudd (Rei Arthur).
Tudo que sabemos de concreto é que o vigésimo primeiro filme da franquia será baseado em “Cassino Royale”, livro onde o personagem foi lançado, e que seu diretor será Martin Campbell, responsável pelo sucesso “007 Contra Goldeneye”.
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