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| Bom jogador? Sim, e muito. Matador? Dos melhores. Motivado? Demais. Titular da Seleção na Copa? Ainda não... |
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PODCASTING 
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Falta de decoro 1 e 2 1 - A entrada do Navarro do Sevilla no Arango do Mallorca; 2 - O carrinho criminoso do Cafu no Cupré, da Roma |
FelicidadeAlegria no mundo da bola. Tostão voltou das férias. O colunismo esportivo está salvo. Craque é craque |
Craque Adriano tem que ser o bomdebolaFC da semana passada. Fazer 3 gols em Champions League não é para quelquer um. Classificou o time. Espero que se recupere logo da contusão pois a Inter sem ele não tem a menor chance contra o Milan de Kaká nas quartas-de-final |
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Imperador Adriano e a sua essência: ser fominha
Por Maurício Teixeira (mteixeira@ig.com), 22/03/2005
a me che sono innamorato non venite a raccontare c'e' solo l'Inter per me solo l'Inter c'e' solo l'Inter per me
Nesta semana fui indagado por um amigo sobre se não estava na hora de trocar Ronaldo por Adriano na Seleção. Minha resposta, de cara, é não. Mas, por favor, me deixe usar alguns parágrafos para explicar.
A boa fase de Adriano tem tudo que ver com o esquema e o estilo de jogo montado para seu futebol na Itália. O jogo isolado da Champions League entre Inter x Porto, que foi 3 x 1 para os italianos é um exemplo clássico do que Adriano significa para o futebol. Acompanhei o jogo inteiro e constatei mais uma vez a maior virtude do atacante: ser fominha.
Isso mesmo. Adriano deve ter recebido umas 8 vezes a bola em condições de ir para o gol. Em 5 delas, tentou servir Julio Cruz, Verón, Martins e outros de seus companheiros. Errou todos os passes. Desperdiçou todas as chances. Em todas as outras em que confiou no seu futebol e fez tudo sozinho, pimba! Gol. Três gols.
Além disso, apesar da zaga do Porto fazer a linha de impedimento mais trivial e simplista da história, por pelo menos 15 vezes, Adriano e seus companheiros não foram capazes de acertar pelo menos uma tabela e o auxiliar saiu com cãimbra nos braços de tanto levantar seu instrumento.
Foi assim na Copa América. Suas tentativas de servir Luis Fabiano ou de fazer tabelas com os jogadores que vêm de trás não foram muito bem sucedidas. Mas quando matou aquela bola de costas para o gol, com gente vindo de trás e, mesmo assim, virou e confiou na sua sapatada, marcou!
O Brasil não precisa de um jogador diferente e decidido assim? Claro e muito. Mas, para 2006, no banco. Alguém para fazer um jogo diferente um pouco. Mudar o esquema quando necessário. Um jogador para Ronaldo, Kaká e Ronaldinho Gaúcho entenderem que existe uma sombra.
Outro problema de sua entrada é que não basta apenas uma troca pura e simples de 9 por 9. Sem Ronaldo, Parreira teria que readaptar o esquema em função de Adriano e talvez até sacar Kaká pelo estilo de carregar a bola, tocar e aparecer na frente para receber. Teria que ser uma reestruturação geral o que, convenhamos, ainda não é o caso. Ainda...
Opine Como esta é uma coluna democrática, aqui vai o endereço do 'amigo'. Entre no blogdebola e fale se quer Ronaldo ou Adriano.
O Imprevisível Falar nele, Parreira deu uma de Felipão. Cortou Adriano e convocou o Ricardinho. Felipão fez o mesmo quando teve que tirar Emerson (todos esperavam outro volante). No caso do Felipão, escreveu certo por linhas tortas. No de Parreira, com toda a admiração que tenho pelo já consagrado Ricardinho, podia ter experimentado o Fred.
Maurício Teixeira escreve semanalmente a coluna BomdeBolaFC, sempre às terças-feiras
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