Casebres caindo aos pedaços, bebedeiras homéricas e micos em geral integraram as histórias trash de carnaval que recebemos aqui na redação. Selecionamos algumas das mais engraçadas e estranhas, não sem antes agradecer a todos pela colaboração e lhes desejar um carnaval inesquecível!
Oito homens e um segredo
A grande lembrança que o Folião Micão nos enviou aconteceu em seu carnaval de 1997, quando ele e sete amigos estavam curtindo um baile no salão regado a muita folia. Nosso protagonista se engraçou com uma morena que estava fazendo merchandising de Sonrisal, vestindo uma fantasia de tule e carregando uma cesta com envelopes do produto.
Lá pelas tantas a moça começou a agarrá-lo e acabou a festa pegando uma carona no seu Dodge Charger, onde ela e oito homens tiveram de se espremer. Moral da história: a morena desceu do carro lotado de marmanjos com a fantasia rasgada e mandando beijinhos para todos. Belo mico.
Meu reino por uma privada!
Em 2003 a leitora Lilica resolveu passar o carnaval na Beberibe, próximo a Fortaleza. Lá a moça e suas amigas tiveram de dividir uma casa pequena com aproximadamente 40 pessoas. Detalhe: só havia um banheiro no local, que por acaso ficava ao lado da cozinha, onde sempre tinha gente batendo papo.
Depois de passar por três dias sem utilizar o banheiro, ela não se agüentou e acabou entrando numa pousada como quem não quer nada e usou o lavabo limpo do lugar. Depois de pagar esse mico ela garantiu que nunca mais se arrisca dividindo casas com estranhos.
Amiga sem noção
A jovem Tatiana tinha apenas 17 aninhos quando conseguiu ir com as amigas Maristela e Keity para um baile de carnaval. Depois de jantar com a família todas foram para casa se trocar. Enquanto umas optaram por vestir bermudinhas, blusinhas e tênis, a Keity “sem noção” ficou com o vestido tomara que caia preto e a sandália plataforma que usou durante a refeição.
Mesmo alertada pelas amigas ela insistiu e foi para o salão com o modelito pouco comum para a ocasião, o que garantiu olhares durante toda a madrugada para a jovem.
Botando tudo pra fora!
A Aline foi curtir a folia numa cidade do interior do Maranhão, onde as ruas eram de barro e os barracões onde a festa rolava tinham teto coberto de palha. Nesse contexto ela e seus amigos já não se agüentavam de tanta cachaça.
Até que um bêbado muito louco começou a rodopiar no salão dançando e vomitando, dançando e vomitando, dançando e vomitando... A cena foi tão forte que até a Aline e sua prima começaram a vomitar juntas, sendo expulsas do barracão com o manguaça.
O primeiro porre
Aos 14 anos a leitora Aninha Pink tomou seu primeiro porre carnavalesco. Durante a farra ela misturou diversos tipos de bebidas e subiu em cima de uma mesa do clube de saia, enquanto a garotada se aglomerava para “apreciar a vista”.
Depois disso ela ainda tropeçou no meio do salão e levou duas amigas pro chão junto, que acabaram ocasionando a queda de mais umas dez pessoas em conjunto. Não é preciso dizer que no dia seguinte a vergonha bateu forte...
Que m**** (literalmente!)
O João Batista foi realmente azarado no carnaval de 2001 de Natal. Lá ele conheceu uma gata maravilhosa chamada Clarissa, com quem ficou junto por horas até decidirem escapar para a praia de Maxaranguape, que durante a madrugada mais parecia um motel a céu aberto.
Lá ele e sua amada acabaram se assentando dentro do mato, onde resolveram fazer todas as loucuras possíveis antes do amanhecer. O problema é que ao apoiar suas mãos no escuro nosso herói atolou em um monte de fezes, cujo fedor nauseante o obrigou a correr para o mar para se lavar. O clima de sensualidade obviamente acabou.
Amigo muito louco
O fato bizarro aconteceu com o leitor Otto durante um de seus carnavais. Por não ser fã da festa, ele e seus amigos se divertiam fugindo dos “axézeiros” que costumavam xingar quando estavam chapados.
Certo dia ele ouviu gritos de mulher na rua e ao sair na janela viu seu amigo Kiwi totalmente nu, rodopiando em volta do poste e cantando a clássica “Singin' In The Rain”, enquanto uma senhora horrorizada berrava.
E o amor venceu...
No carnaval de 1988 o Rogério namorava uma garota que acabou viajando com seus pais. Como não é bobo ele resolveu se preparar para pular o carnaval co Flamengo, onde ninguém é de ninguém.
Qual não foi sua surpresa quando no meio do salão o jovem, que no momento vestia uma máscara do presidente José Sarney, encontrou a namorada também mascarada? Conclusão: as duas “máscaras caíram” e o casal acabou a folia lado a lado cantando “Bandeira Branca”. |