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| A imagem acima é um desenho de Maurício de Sousa, da Turma da Mônica. Como eu, nosso gênio dos quadrinhos rende sua homenagem ao gênio argentino. Mas Dieguito gosta mesmo é de dar risada dos outros... |
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Finally Becks Luxa já tem o seu primeiro grande êxito no banco do Real Madrid. Colocou Beckham para jogar como Beckham. E o loiro aguado jogou como nos velhos tempos. Abriu pela direita, jogou com Salgado o tempo todo, cruzou várias bolas perigosas na área e virou o jogo com maestria. Para tal, colocou Figo do lado esquerdo e Zidane mais pelo meio. Já tem cara de time |
Me explica Ronaldo não é de escândalos e pitis. Fui substituído por Luxa e não gostou. Com razão. O técnico quis mostrar que tem autoridade no time tirando o mais fácil |
RomanFoi preciso a chegada de Ronaldinho ao Barcelona e o empréstimo de Riquelme para o Villarreal para que o argentino voltasse a jogar o que jogava no Boca. Três contra o campeão Valencia no clássico de domingo dão o BomdeBola da semana para Juan Roman Riquelme |
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Bom mesmo é ser Penta (e sem mutreta)
Por Maurício Teixeira (mteixeira@ig.com), 25/01/2005
Pen ta cam peão Pen ta cam peão Pen ta cam peão Pen ta cam peão
Eu admiro o futebol argentino com todas as minhas forças. Seus clubes, sua seriedade, a aplicação tática e técnica, a raça e a habilidade infinita.
Deus quando resolveu criar jogadores de futebol, provavelmente elegeu os dois vizinhos como destino de 90% dos craques da modalidade. Seja os do passado, seja Riquelme, Tevez, Aimar, D'Alessandro, a Argentina é o segundo maior celeiro de jogadores geniais do planeta.
O problema é que os argentinos não sentem o mesmo respeito pelo seu próprio futebol que eu sinto. Eles insistem em diminuir suas façanhas em nome da malandragem e do deboche.
O capítulo mais recente é a água batizada do lateral Branco na Copa de 90. Aquele Maradona da TV rindo de maneira jocosa em nada lembra o melhor jogador de futebol que já vi jogar, aquele retratado no excelente DVD lançado pela Revista Placar.
Esses são os argentinos. Eles mesmo estão colocando em dúvida uma vitória que para os brasileiros está mais do que clara. Fruto totalmente da incompetência daquela seleção dirigida por Lazaroni. Uma equipe desunida e desarrumada. Fruto da genialidade de Maradona.
Branco, inclusive, deve ter visitado o massagista adversário na noite anterior, já que mesmo antes de tomar a água, já parecia grogue. Se estavam todos dopados, aliás, foi para nosso bem, pois forçando um pouco a memória, você lembrará que metemos 3 bolas na trave e fizemos a melhor partida nossa naquele mundial para esquecer.
Os argentinos são assim. Quando eram favoritos para vencer, como em 94 e 2002, na bola, não venceram. Quando não são grandes coisas, como em 78 ou em 90, foram adiante, tirando sarro de suas próprias falcatruas, de suas próprias malandragens.
Bom mesmo é ser Pentacampeão sem choro nem vela. Com uma jogadinha irregular do Nilton Santos aqui, um pênalti no Luizão que não foi muito legal ali, mas sempre na bola e dando espetáculo. Com Pelé, Garrincha, Didi, Tostão, Riva, Jair, Romário, Rivaldo, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho. Como diz um dos mais batidos ditados aqui da terrinha, algo que eu peço perdão aos manuais jornalísticos para repetir: quem ri por último, ri melhor.
Sob medida para craques A coisa mais linda daquele Brasil x Argentina foi quando a partida terminou e houve uma troca de camisas de arrepiar. Maradona vestiu a amarelinha e deu uma volta completa ao campo. Ficou muito bem nele.
Maurício Teixeira escreve semanalmente a coluna BomdeBolaFC, sempre às terças-feiras
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