De olho no crime: dicas para não ser assaltado
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Viver nas grandes metrópoles brasileiras não é fácil. Além do trânsito, do barulho e da correria as pessoas são obrigadas a conviver com o “fantasma da violência”, que, cá entre nós, de fantasma não tem nada.

Por isso é importante que o público saiba como agir em situações que infelizmente são cada vez mais comuns, como os furtos e assaltos. A primeira regra, por mais piegas quem possa soar, ainda é não entrar em pânico.

Na maioria dos casos não é aconselhável reagir, pois muitas vezes os criminosos agem em grupos e portam armas, sejam estas brancas ou de fogo. Agora a grande sacada está em perceber a intenção do ladrão e impedi-lo de agir contra você por outros mecanismos.

Uma dica importante é nunca aparentar estar perdido. Parar na calçada e checar o endereço de seu destino é um grande indicativo de que você não sabe ao certo onde está, assim como observar despreocupadamente placas de rua.

Nunca pare do nada sem algum propósito. Quando estiver perdido ou em dúvida, entre numa padaria ou banca de jornal e se informe com os proprietários, evitando envolver clientes na questão. Geralmente os empregados destes estabelecimentos são antigos na região e poderão lhe informar qual é o melhor caminho.

Ficar atento ao caminhar também é outra lição valorosa. Sempre que possível utilize o reflexo de vidros de vitrines e carros para checar se alguém está lhe seguindo. No caso disso acontecer, interrompa sua rota para amarrar o calçado ou pare numa banca, sempre atento para conferir se o possível criminoso segue seu caminho ou inventa uma razão para parar.

Andar pela rua falando no celular caro, consultando o palm top, exibindo o i-pod, jogando o Nintendo DS ou carregando o laptop também é perigoso. Evite utilizar essas facilidades eletrônicas em público, pois elas atraem a atenção dos ladrões.

Outras dicas interessantes são alterar suas rotas durante a semana para evitar que alguém marque seu caminho e seus horários, manter o vidro do carro fechado quando parar em semáforos de regiões desertas ou escuras e nunca, em hipótese alguma, contar dinheiro na rua.

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