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16/11 - 19:42hs

"Harry Potter e As Relíquias da Morte" é a aventura mais sombria da saga

Cheio de tensão e perseguições, primeira parte da adaptação da obra de J.K. Rowling estreia na próxima sexta-feira (19) 

Larissa Drumond, iG São Paulo

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Mesmo que J.K. Rowling já tenha terminado de publicar a saga há certo tempo, é difícil contar o que se passa na primeira parte de “Harry Potter e as Relíquias da Morte” sem a sensação de dizer mais do que deveria – a sequência será lançada em julho do próximo ano. Não faltam surpresas, flashbacks, revelações, perseguições dignas de um filme de ação, ciúme, efeitos especiais, armadilhas e, claro, romance. Mas só uma pitadinha, para não ficar sem graça. Longe do castelo de Hogwarts, o último filme, que estreia na próxima sexta-feira (19), é mais sombrio se comparado às outras aventuras.

Uma das estreias mais aguardadas do ano, o longa começa quando Harry Potter (Daniel Radcliffe), Rony Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson) dão início à missão para encontrar e destruir o segredo da imortalidade e da destruição de Voldemort (Ralph Fiennes): as Horcruxes – objetos que guardam fragmentos da alma de alguém; no caso, do Lorde das Trevas. O próprio Harry, agora com 17 anos, guarda uma horcrux, adquirida quando Você-Sabe-Quem tentou aniquilá-lo, na mesma noite em que matou os pais, Tiago e Lílian Potter. As outras estão na taça da escola Lufa-Lufa e no Diário de Tom Riddle – todas encontradas em edições anteriores.

Assista ao trailer:


Sem a orientação de seus mentores ou a proteção do Professor Dumbledore (Michael Gambon), os três amigos dependem uns dos outros mais do que nunca. E onde começar a busca pelos valiosos objetos? Os sinais aparecem quando o Ministro da Magia faz uma inesperada visita aos bruxinhos na casa da família Weasley, onde estavam após uma eletrizante perseguição dos Comensais da Morte – todos transformados em Harry depois de terem ingerido a Poção Polissuco, inclusive Hermione Granger e Fleur Delacour (Clémence Poésy). Durante a visita do ministro Rufus Scrimgeour, ele entrega algumas heranças de Dumbledore a Harry, Rony e Hermione de acordo com o que havia declarado no testamento. Tudo parece estranho demais, mas começa a fazer sentido no decorrer da história. Destaque para a impagável cena de Daniel Radcliffe de sutiã rendado dizendo: “Olhe para lá, eu estou horrível”.

No sétimo filme, a situação no mundo da magia é tão perigosa que, depois de alguns “trouxas” morrerem, Hermione lança um feitiço para apagar a memória dos pais, caso fossem ameaçados. O mesmo acontece com os tios de Harry, que se veem obrigados a sair da casa localizada na Rua dos Alfeneiros. Nada mais é seguro a partir do momento em que os comensais tomam conta do ministério e de Hogwarts, apavorando e capturando quem se opor a eles.

O prêmio de maior valor, entretanto, é Harry Potter, caçado por todos os cantos para que Voldemort possa matá-lo – mesmo com a sede de morte da maldosa Belatriz Lestrange (Helena Bonham Carter). Os infindáveis ataques acontecem o tempo todo: desde o casamento do irmão mais velho de Rony com Fleur até numa cafeteria de Londres. A única esperança do bruxo mais famoso do mundo é encontrar as horcruxes antes de ser fisgado pelo Lorde das Trevas.

Enquanto ele procura com a ajuda de seus fiéis amigos – e, por isso, precisam acampar numa barraca no meio das montanhas e da floresta –, todos vão à casa de Xenofílio Lovegood, pai de Luna, por conta de um símbolo recorrente, tanto em túmulos quanto em livros infantis. Lembrando que Lovegood tem uma corrente com este mesmo símbolo, lá eles conhecem a lenda das “Relíquias da Morte” – apresentada para o público em forma de animação.

Quem espera ansiosamente por uma cena romântica – ou apenas um selinho! – protagonizada por Rony e Hermione vai sair decepcionado da sala de cinema. Mais uma vez. A esperança por um beijo entre os dois vai continuar até no próximo ano, quando a sequência será lançada. Por outro lado, a ruiva Gina Weasley pede para Harry fechar o vestido dela enquanto se prepara para o casamento do irmão. Ousada, ela tasca um beijo no bruxinho.

Dirigido por David Yates, também responsável pelas duas últimas adaptações, “Harry Potter e As Relíquias da Morte” traz muito suspense, ação, lutas violentíssimas, sangue e tensão. Principalmente tensão, quebrado por um humor bem sutil e rápido nas falas de Rony Weasley e o elfo doméstico Dobby. Os gêmeos fanfarrões Jorge e Fred aparecem apenas no início do filme. É o suficiente para arrancar risos de quem assiste.





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