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29/03 - 19:04hs

Fiuk: "Adoro o assédio, fico mais doido que elas!"

Ator e cantor nascido para ser galã, ele fala ao iG Jovem sobre primeiro beijo, namorada, preferências musicais e a família famosa

Bia Amorim, iG Rio de Janeiro

Ele é superestiloso, bonito, fofo e ainda tem uma banda de rock. Essa combinação explosiva foi batizada de Felipe Galvão, mas é conhecida mesmo por Fiuk. Nome de popstar, não acha? O cara tem apenas 19 anos e já deu seu start para uma carreira que promete ter vida longa. Atualmente ele pode ser visto na TV como Bernardo, protagonista do seriado “Malhação ID”. Além de ator, também é o vocalista da banda Hori, na qual leva um som ao lado Max, Fê Campos, Renan e Xande. E teve fôlego para rodar “As Melhores Coisas do Mundo”, filme de Laís Bodanzky (Bicho de Sete Cabeças) sobre o universo das escolas particulares, previsto para estrear dia 16 de abril.

Em entrevista ao iG Jovem, Fiuk – que é filho do cantor Fábio Jr. com a artista plástica Cristina Kartalian e irmão da atriz Cleo Pires – fala sobre coisas de um cara comum, mas nem tanto. Diz que é romântico (ele namora Natalia Frascino há dois anos) conta sobre o primeiro beijo, família, manias, fãs, sua geração e deixa uma mensagem especial para quem curte o seu trabalho.

iG: Tem um tempinho que você assumiu o posto de protagonista em “Malhação ID”. Já da para fazer uma avaliação sobre o que mudou na sua vida nesse período?
Fiuk: Eu estou muito feliz, me sinto mais experiente e seguro. Aprendo muitas coisas em pouco tempo e agarro todas as oportunidades de aprendizado que aparecem. Me considero um menino mais maduro.

iG: Atuar ainda é um mistério?
Fiuk: Eu procuro viver o momento de cada cena, de cada papel que eu faço. Minha única preocupação é de, no “gravando”, viver realmente aquela cena.

iG: Quem mais te ajuda nessa parte de atuar? Em quem você se inspira?
Fiuk: Meu pai me dá muitas dicas, é meu porto seguro. Admiro muito alguns atores, como Wagner Moura, Lília Cabral, Selton Mello e Ashton Kutcher. Então, tento aprender com eles assistindo aos filmes que fazem.

iG: Você mudou de São Paulo para o Rio. Consegue se virar bem?
Fiuk: Estou me virando, fazendo meu miojo todo dia.

iG: Consegue dar conta das obrigações de casa, como pagar as contas e fazer compras?
Fiuk: A gente só aprende a fazer essas coisas quando está nessa situação, que é o meu caso. Estou morando sozinho e minha rotina é louca, mas eu me viro bem.

iG: O assédio das gatinhas deve ter aumentado muito. Sua namorada não tem ciúmes?
Fiuk: Bom, já passou a fase de ela ter ciúmes, mas eu compreendia. Eu adoro o assédio, fico mais doido que elas (as fãs)!

iG: Como é o Felipe como namorado? Gosta de fazer surpresas?
Fiuk: Eu adoro e faço questão de surpreender e fazer a pessoa que está do meu lado se sentir sempre especial.

Confira o clipe de "Só você", da Hori:

iG: Alguma vez você ficou chateado com as comparações que fazem com o seu pai?
Fiuk: Nunca. Até porque para que eu possa ser comparado com meu pai vai levar muitos anos...

iG: E como é a relação de pai e filho?
Fiuk: É uma relação de melhores amigos, de cumplicidade total.

iG: E como é a sua relação com a Cleo Pires e suas outras irmãs?
Fiuk: A Cleo é uma irmã incrível. Como ela trabalha muito e viaja bastante, às vezes é mais complicado de nos encontrarmos, mas sempre que dá nos falamos. Já com as outras irmãs a relação é mais próxima, porque elas ficam mais em casa, nos encontramos mais.

iG: E a carreira como cantor, como está?
Fiuk: Está muito bem! Tenho feito muitos shows, graças a Deus. Estou amando.

iG: Como você descobriu que levava jeito para ter uma banda?
Fiuk: Na verdade eu nunca pensei se levava ou não jeito para ter uma banda, mas eu sempre amei essa ideia. Então, busco estar sempre disposto a aprender e aprimorar o que eu sei sobre música – e também é a mesma coisa que acontece com a carreira de ator. Nunca me vi como um talento, apenas fiz o que eu tinha vontade, o que eu gostava.

iG: Que tipo de som não sai do seu iPod?
Fiuk: Escuto muito John Mayer, Jamie Cullum e a banda Paramore.

iG: Qual foi a melhor cantada que já recebeu?
Fiuk: Hum... Não lembro.

iG: Qual foi a maior aventura que já viveu?
Fiuk: Ah, foram tantas... Todas as viagens com a banda (Hori) são uma aventura! Cada dia é um novo lugar, uma nova rotina, acontecem coisas inéditas, imprevistos. Não vejo uma aventura melhor que as outras, são todas incríveis, cheias de surpresa.

iG: Como foi quando se viu pela primeira vez na televisão?
Fiuk: O elenco todo estava reunido no Projac para a exibição do primeiro episódio da temporada. O Mario Marcio (Bandarra, diretor de ‘Malhação ID’) montou um telão no cenário do Rocketstone, foi muito bacana. Chorei quando ouvi a música da minha banda na abertura (“Quem eu sou”, da Hori). Foi muito gostoso!

iG: Que tipo de presente gosta de dar e receber?
Fiuk: Depende da pessoa, sempre escolho presentes conforme a personalidade. E gosto de receber presentes que tenham a minha cara.

iG: Que tipo de carinho gosta de receber?
Fiuk: Todos! Adoro carinho, todos os tipos são ótimos!

iG: Como e quando foi o seu primeiro beijo? E a primeira transa?
Fiuk: Meu primeiro beijo foi com 10 anos de idade, com uma menina dois ou três anos mais velha. Me senti “o” cara! A primeira transa foi um bocadinho depois, mas outra hora a gente fala sobre isso...

iG: Já teve medo de alguma coisa?
Fiuk: Tenho medo todos os dias, de um monte de coisas. Antes dos shows e das gravações sempre sinto frio na barriga.

iG: Que sonho tem vontade de tornar realidade?
Fiuk: Eu quero tocar com a minha banda na América do Norte.

iG: Você tem alguma mania?
Fiuk: Tenho 408 manias! (risos) As mais notáveis são batucar na perna e cantarolar.

iG: O que não pode faltar na sua geladeira?
Fiuk: Toddynho, requeijão, chocolate – não tem coisa melhor no mundo, sou chocólatra e assumo – e pizza congelada.

iG: Conta pra gente alguma lembrança inesquecível de infância...
Fiuk: Não era nem mais infância, mas, com uns 12 ou 13 anos, contei para o meu pai que queria seguir a carreira artística. Imagina como foi?! Meu pai, com décadas de sucesso nas costas, olhou para mim, um molequinho, e disse: “você quer mesmo?”. Respondi que sim e ele disse: “então vai atrás”. Foi o momento mais marcante da minha vida.

iG: Sei que você tem Twitter. O que mais gosta de fazer na internet?
Fiuk: Eu sou um baba-ovo dos meus fãs. Não consigo entrar no Twitter sem dizer que amo todos eles. Adoro ler os recados, amo de verdade. O que mais gosto de acessar na internet é: Twitter, MySpace e Google.

iG: Já passou por alguma situação do tipo mico?
Fiuk: Já! Uma vez entrei no palco, comecei a cantar e o microfone não funcionou. Também já escorreguei bem no meio de um show. Esses foram os piores.

iG: O que você acha que melhor representa a sua geração?
Fiuk: A minha geração é muito atual, gosta de coisas novas, de música, estilo. Essa geração é diferente porque há liberdade de expressão total, a galera pode falar o que quer, vestir o que quer, por isso é mais autêntica.

iG: E que mensagem gostaria de deixar para a galera que curte seu trabalho?
Fiuk: Contem comigo porque vou buscar fazer o melhor para vocês, sempre! Obrigado por acompanhar meu trabalho na televisão, minha banda... Estou aprendendo a cada dia, sou muito feliz e amo o que faço. Às minhas fãs, digo que as amo demais. Elas me fazem a pessoa mais feliz desse mundo!


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