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	<title>iG Jovem Papo Nervoso</title>
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	<description>Perguntas e respostas polêmicas</description>
	<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 18:29:59 +0000</pubDate>
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		<title>As opiniões dos leitores</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 20:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>monica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amor]]></category>

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		<description><![CDATA[Os leitores do nosso especial Amor adoram um bom debate. As questões que renderam as discussões mais acaloradas envolvem sempre a atitude das mulheres quanto ao sexo, e as opiniões ainda se dividem bastante: muitos homens admitem que não querem relacionamentos sérios com mulheres sexualmente liberais, e algumas mulheres concordam que cabe a elas um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os leitores do nosso especial Amor adoram um bom debate. As questões que renderam as discussões mais acaloradas envolvem sempre a atitude das mulheres quanto ao sexo, e as opiniões ainda se dividem bastante: muitos homens admitem que não querem relacionamentos sérios com mulheres sexualmente liberais, e algumas mulheres concordam que cabe a elas um papel mais passivo e recatado. No lado oposto, no entanto, um bom número de mulheres e alguns poucos homens defendem que elas devem buscar o prazer como os homens, e que querer preservar os papéis tradicionais dos gêneros é machismo. </p>
<p>Os comentários mostram que a condição da mulher ainda não está totalmente estabelecida após a conquista dos direitos iguais. As opiniões delas próprias se dividem. No debate sobre a lingerie com GPS, por exemplo, fica claro que algumas delas ainda encaram o machismo como ameaça, e temem que o produto intensifique o poder masculino. Outras já se sentem livres deste perigo, e aprovam a lingerie equipada com o aparelho, dizendo que gostariam de usá-lo para provocar seus parceiros. Já nossos leitores homens demonstraram que não confiam nos outros homens. Muitos deles confessaram que essa desconfiança vem do fato de que eles mesmos costumam ter segundas intenções com as amigas.</p>
<p>Acima de todas as divergências, os jovens de hoje querem, sim, compromisso. Mesmo os defensores do sexo apenas por prazer, em sua maioria, afirmam que é uma prática temporária, enquanto não encontram uma pessoa especial, e ficar é um primeiro passo de uma relação que pode evoluir para um namoro, ou uma alternativa menos satisfatória a um relacionamento compromissado.</p>
<p><strong>Leia a matéria na íntegra </strong><a href="http://jovem.ig.com.br/amor/noticias/2008/06/30/as_opinioes_dos_leitores_1404424.html"><strong>aqui</strong></a><strong>.</strong></p>
<p><strong>E aí, o que você acha? Os jovens de hoje são liberais e liberados, ou tranqüilos e namoradores?</strong> </p>
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		<title>Namorados do passado</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 11:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>monica</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Quando a mágoa de um fim de namoro passa, será que é possível esquecer completamente o passado? “É possível superar uma relação que não deu certo, sim. Porém, a gente nunca esquece completamente algo que já viveu. Deve-se tentar tirar o melhor daquilo que se viveu, superar e deixar passar. Só assim estará pronto para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Quando a mágoa de um fim de namoro passa, será que é possível esquecer completamente o passado? “É possível superar uma relação que não deu certo, sim. Porém, a gente nunca esquece completamente algo que já viveu. Deve-se tentar tirar o melhor daquilo que se viveu, superar e deixar passar. Só assim estará pronto para outra”, acredita Lara, 20 anos.<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Tem, ainda, aqueles que ponderam: “Depende da relação, se eu não gostasse muito da ex ainda quando estávamos juntos, esqueço ela bem rápido, mas se eu sentisse alguma coisa forte, verdadeira, por ela é bem difícil esquecer”, diz Gabriel, 17 anos. “Depende de como foi a história do casal. Eu, por exemplo, tem as ex que não esqueço, as que me odeiam e eu prefiro esquecer, e até amiga. Prefiro terminar e ficar amigo da ex com certeza, quem não gosta de amigos?”, ressalta Daniel, 24 anos.</p>
<p></span></span></p>
<p> </p>
<p><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">E aí, seus ex caem fora da sua vida ou continuam fazendo parte dela? Como você prefere que seu namorado ou namorada aja com os ex dele ou dela?</span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
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		<title>Sexy ou vulgar?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 11:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>monica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[A maneira como uma garota se arruma, pelo menos à primeira vista, diz muito sobre seu jeito de ser. Roupa, maquiagem e acessórios demonstram a personalidade de cada uma. Modelitos provocantes atraem os olhares masculinos, mas eles são unânimes: insinuar é sempre mais sexy do que mostrar. “Às vezes, não é nem tanto a roupa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maneira como uma garota se arruma, pelo menos à primeira vista, diz muito sobre seu jeito de ser. Roupa, maquiagem e acessórios demonstram a personalidade de cada uma. Modelitos provocantes atraem os olhares masculinos, mas eles são unânimes: insinuar é sempre mais sexy do que mostrar. “Às vezes, não é nem tanto a roupa que faz uma menina vulgar e sim o seu jeito espalhafatoso”, diz Guilherme Deziderio, 21 anos. “A garota tem que ter, acima de tudo, elegância. Não adianta querer mostrar tudo, porque não vai exigir muita imaginação de um homem, e isso não é nada atraente. Tem que instigar o desejo e a curiosidade masculina”, afirma Eduardo Rodrigues, de 24 anos.</p>
<p>Portanto, garotas, confiar em si e ter auto-estima elevada é mais do que o primeiro passo para ser sedutora. Não adianta recorrer a saias curtíssimas e decotes avantajados. Pode ficar vulgar demais, inadequado, ou até mesmo feio. Estar de bem consigo mesma, com certeza, é a chave para exibir o seu lado sexy.</p>
<p><strong>E aí, é importante as meninas evitarem a vulgaridade? Ou isso é puritanismo? O que separa o sexy do vulgar?</strong></p>
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		<title>Bissexualidade: dá para levar a sério?</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 13:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>monica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

		<category><![CDATA[bissexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Se antes a moda para as meninas, por exemplo, era a de beijar o maior número possível de meninos em uma balada, e vice-versa, a onda agora parece ser a de beijar o maior número possível de bocas, independente de ser homem ou mulher. Isso porque, de acordo com a psicóloga e terapeuta sexual Ana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se antes a moda para as meninas, por exemplo, era a de beijar o maior número possível de meninos em uma balada, e vice-versa, a onda agora parece ser a de beijar o maior número possível de bocas, independente de ser homem ou mulher. Isso porque, de acordo com a psicóloga e terapeuta sexual Ana Cristina Canosa, os modelos de relacionamento e orientação sexual não são mais tão rígidos. Essa mudança de valores sociais acaba possibilitando “experimentar” diversos tipos de relacionamento.</p>
<p>Ela avalia que, como os jovens são muito ligados a modelos e mitos, declarações públicas de personalidades que afirmam ser bissexuais legitimam essas “novas tendências”. “Não podemos esquecer que vivemos em uma sociedade consumista, então é preciso estar atento porque muitas vezes os jovens acabam embarcando em comportamentos simplesmente porque todo mundo acha legal, descolado. O ato de beijar alguém do mesmo sexo acaba se tornando algo a ser consumido também, como uma roupa da moda”, diz.</p>
<p>Essa “repetição de comportamentos de grupo”, para Ana Cristina, pode colocar o jovem em risco. “Banalizar a bissexualidade pode acabar confundindo o adolescente, que está apenas começando sua vida emocional e sexual, não tem ainda muita maturidade. Além disso, é preciso estar atento à real motivação que o leva a estar com alguém do mesmo sexo. Vontade ou pressão dos colegas?”</p>
<p><strong>E aí, ficar com pessoas do mesmo sexo virou moda? Ou é a abertura maior da sociedade que faz os bissexuais se assumirem mais?</strong></p>
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		<title>Não vai acontecer comigo!</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 19:53:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chris</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Doenças Sexualmente Transmissíveis]]></category>

		<category><![CDATA[Namoro]]></category>

		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Atitudes do tipo “não vai acontecer comigo” ainda são comuns entre garotos e garotas quando o assunto é sexo. Prova disso são os boatos do tipo “a primeira vez não engravida”, “camisinha tira o prazer”, que, apesar de toda a informação disponível hoje, teimam em continuar se espalhando por aí.
Uma pesquisa realizada em 25 países, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atitudes do tipo “não vai acontecer comigo” ainda são comuns entre garotos e garotas quando o assunto é sexo. Prova disso são os boatos do tipo “a primeira vez não engravida”, “camisinha tira o prazer”, que, apesar de toda a informação disponível hoje, teimam em continuar se espalhando por aí.</p>
<p>Uma pesquisa realizada em 25 países, intitulada “A Face Global do Sexo: Confiança Sexual”, indica que os brasileiros ainda não estão confiantes sobre como evitar doenças sexualmente transmissíveis. No ranking dos mais confiantes, ficamos em quinto lugar. Já na lista dos mais seguros sobre como evitar a gravidez, chegamos em quarto lugar. Em ambos os casos, o país que ficou em primeiro lugar foi a África do Sul.</p>
<p>A mesma pesquisa também revelou que os brasileiros estão em primeiro lugar no quesito confiança na qualidade de sua vida sexual, e na busca de informações sobre sexo. A maioria dos brasileiros entrevistados, 75%, disseram que buscam informações sobre o assunto em conversas com amigos e parceiros. Em segundo lugar, ficaram as revistas (71,4%). Os pais ficaram em sétimo lugar, com 33%, mas o estudo também descobriu que os pais são a principal referência na educação sexual dos jovens – ou seja, embora os pais sejam pouco consultados, a opinião deles é a que mais importa. A pesquisa foi promovida pelo fabricante de preservativos Durex.</p>
<p>E você, o que acha: ainda existe falta de informação, ou as pessoas acham que os problemas nunca vão acontecer com elas? Onde você se informa sobre sexo? Em que fontes você confia, e de quais você desconfia?</p>
<p> </p>
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		<title>Lingerie com GPS</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 16:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>monica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Namoro]]></category>

		<category><![CDATA[ciúmes]]></category>

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		<description><![CDATA[A marca de lingerie Lindelucy lançou um espartilho com GPS, que transmite informações sobre a localização da mulher para outro dispositivo, que fica em poder do parceiro. A idéia é permitir que o casal use a tecnologia moderna para dar vazão a um fetiche. Para a dona da marca, o fato de a mulher poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A marca de lingerie Lindelucy lançou um espartilho com GPS, que transmite informações sobre a localização da mulher para outro dispositivo, que fica em poder do parceiro. A idéia é permitir que o casal use a tecnologia moderna para dar vazão a um fetiche. Para a dona da marca, o fato de a mulher poder ligar e desligar o dispositivo quando quiser deixa todo o poder nas mãos dela, e impede que o produto seja usado como instrumento de controle por namorados ou maridos ciumentos – a não ser que ela curta isso, é claro&#8230;</p>
<p>Será que um instrumento desses não despertaria mais ciúmes? É só pensar no telefone celular: nossos pais não tinham quando eram jovens, e o namoro deles sobreviveu a isso, mas hoje em dia um celular desligado ou não atendido é uma das causas mais comuns de brigas entre os casais.</p>
<p><strong>Meninas, vocês usariam essa lingerie? O que achariam de ganhar uma de presente? Meninos, vocês gostariam que suas namoradas usassem? E o que pensariam quando o GPS estivesse desligado?</strong></p>
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		<title>Loucuras de amor</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 15:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>monica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amor]]></category>

		<category><![CDATA[loucura]]></category>

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		<description><![CDATA[Juntar toda a grana da mesada pra comprar aquele presente especial (e caríssimo), aprender a tocar violão só para fazer uma serenata bem romântica, arranjar aquela briga com os pais para poder fazer uma viagem a dois. Enfim, são inúmeras as loucuras cometidas por amor – ainda mais durante a adolescência, período em que há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juntar toda a grana da mesada pra comprar aquele presente especial (e caríssimo), aprender a tocar violão só para fazer uma serenata bem romântica, arranjar aquela briga com os pais para poder fazer uma viagem a dois. Enfim, são inúmeras as loucuras cometidas por amor – ainda mais durante a adolescência, período em que há uma intensificação dos sentimentos e ebulição de desejos. “A maior loucura que já cometi na vida foi terminar uma relação de dois anos com meu primeiro namorado,  para ficar praticamente um ano sofrendo por um cara mais velho, que nunca me deu valor”, conta Larissa Monteiro, aluna de um curso pré-vestibular. Tempos depois, acabou se arrependendo.</p>
<p>Gabriel Mendes Pereira, estudante do 3º ano do Ensino Médio, diz que a maior loucura que já cometeu por amor foi fugir de casa para viajar com a namorada. “Quando voltamos, a briga foi feia. Da próxima vez, vou abrir o jogo, pois quando se comete uma loucura desse tipo, o preço pode acabar saindo alto: além da confusão que arrumamos quando voltamos, sequer conseguimos curtir direito a viagem, preocupados com a bronca que nós sabíamos que levaríamos”, pondera.</p>
<p><strong>E você, que loucuras faria para ficar com quem você ama?</strong></p>
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		<title>Gostar de homem ou mulher está escrito no DNA?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 21:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>monica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Namoro]]></category>

		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

		<category><![CDATA[Amor]]></category>

		<category><![CDATA[ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o jornal inglês The Guardian, uma pesquisa encontrou semelhanças entre os cérebros de mulheres heterossexuais e homens homossexuais, e também entre homens héteros e lésbicas. Os cientistas suecos que realizaram o estudo descobriram que os gays e as mulheres héteros têm cérebros simétricos, ou seja, o lado esquerdo e o direito são do mesmo tamanho. Já as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o jornal inglês The Guardian, uma pesquisa encontrou semelhanças entre os cérebros de mulheres heterossexuais e homens homossexuais, e também entre homens héteros e lésbicas. Os cientistas suecos que realizaram o estudo descobriram que os gays e as mulheres héteros têm cérebros simétricos, ou seja, o lado esquerdo e o direito são do mesmo tamanho. Já as lésbicas e os homens héteros têm o lado direito maior. Os mesmos cientistas já haviam descoberto que mulheres homossexuais e homens héteros ganhavam dos homens gays e mulheres héteros em testes espaciais, mas perdiam em testes de fluência verbal.</p>
<p>A neurobióloga Ivanka Savic, que liderou o estudo, avisa que suas descobertas não permitem dizer se as diferenças cerebrais são a causa da orientação sexual, ou uma conseqüência dela. Ou seja, ainda não se sabe se nós já nascemos com nossas preferências sexuais, ou as desenvolvemos durante a vida.<br />
<strong>Você escolhe a maneira de amar? Ou isso já está no seu DNA? O que você acha?</strong></p>
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		<title>Gravidez na adolescência</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 15:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>monica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Namoro]]></category>

		<category><![CDATA[gravidez]]></category>

		<category><![CDATA[meninas]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de quase um ano de namoro, Patrícia Lima de Souza, que hoje tem 17 anos, se sentiu segura e começou a fazer sexo com o seu namorado sem usar camisinha. Ela não tomava nenhum anticoncepcional.  O resultado disso chegou depois de quatro meses. Ela estava grávida. Hoje a sua filha Yasmin já completou 1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de quase um ano de namoro, Patrícia Lima de Souza, que hoje tem 17 anos, se sentiu segura e começou a fazer sexo com o seu namorado sem usar camisinha. Ela não tomava nenhum anticoncepcional.  O resultado disso chegou depois de quatro meses. Ela estava grávida. Hoje a sua filha Yasmin já completou 1 ano. A jovem mãe cuida sozinha da menina. O pai decidiu que precisava aproveitar a vida, era muito novo para carregar tamanha responsabilidade, e terminou o namoro. Ele ajuda com as despesas e visita a criança periodicamente. Já ela não teve escolha.<br />
<strong>E aí, o que você faria se estivesse nessa situação?</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Meninos e meninas separados na escola?</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 15:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>monica</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Paquera]]></category>

		<category><![CDATA[escola]]></category>

		<category><![CDATA[meninos e meninas]]></category>

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		<description><![CDATA[Atenção meninos e meninas, pode ser que, no futuro, as salas de aula sejam divididas por gênero. É isso mesmo: uma cidade norte-americana, no Estado da Geórgia, iniciou um movimento que propõe separar os estudantes por sexo. Em outras palavras, vão-se as paquerinhas que ajudam a passar o tempo daquela aula monótona de matemática que parece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">Atenção meninos e meninas, pode ser que, no futuro, as salas de aula sejam divididas por gênero. É isso mesmo: uma cidade norte-americana, no Estado da Geórgia, iniciou um movimento que propõe separar os estudantes por sexo. Em outras palavras, vão-se as paquerinhas que ajudam a passar o tempo daquela aula monótona de matemática que parece não ter fim. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">O principal argumento utilizado pelos defensores da separação dos estudantes por sexo é que meninos e meninas aprendem de formas distintas. </span><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;">No processo de aprendizagem, enquanto elas utilizam mais o hemisfério cerebral esquerdo, que é da linguagem, eles utilizam o direito, que é mais espacial. Por isso as faculdades de Engenharia têm muito mais homens, e as de Psicologia muito mais mulheres.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;;"><strong><br />
E você, acha que as diferenças entre os sexos atrapalham na escola? Gostaria de estudar em uma escola ou classe só com alunos do mesmo sexo?</strong> </span></p>
]]></content:encoded>
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